miércoles, 30 de noviembre de 2011

Comenzó el Curso de Formación Gremial para jóvenes de CNFR


El pasado sábado 12 de noviembre, se realizó en nuestra sede el módulo 0 del Curso de Formación Gremial para Jóvenes de CNFR, que se viene organizando y ejecutando conjuntamente con el Servicio Central de Extensión de la Universidad de la República.
El grupo de jóvenes con el que se trabajará a lo largo de un año, con instancias mensuales y encuentros de convivencia, quedó conformado por jóvenes de 7 organizaciones de base de CNFR de los departamentos de Rocha, Salto, Paysandú y Canelones.

La actividad se inicio con una presentación a cargo de los jóvenes Fernando Curbelo (SFR Tala), Leonardo Verme (SFR Salto), y Mattías Malaquina (SFR Salto), quienes hicieron una puesta a punto de los antecedentes de formación, tanto a nivel local en el marco del trabajo de CNFR, como a nivel regional en el marco de la REAF y de la Escuela Nal. Florestán Fernándes de San Pablo - Brasil (a la que se accedió mediante los apoyos de la SCEAM - Universidad de la República y FUCVAM).

En este módulo se trabajó sobre el ajuste del programa y la metodología a desarrollar en el proceso de formación. El grupo integrado por 7 varones y 6 mujeres, priorizó temas a trabajar, tales como: Función Social de la Tierra; Descentralización; Organizaciones – Instituciones – Grupo; Desarrollo Rural; Educación Rural; Salud; Juventud y Género; Planificación Estratégica Participativa; Lo Colectivo como Estrategia; y Medio Ambiente.

También se efectuó un Taller sobre técnicas de lectura y su importancia práctica para la formación como dirigentes, así como en las condiciones básicas necesarias para asumir el compromiso de trabajar durante un año tanto en este ámbito de formación, como en el trabajo local a nivel de cada una de sus organizaciones de base.

Curso de Producción de Semillas
La CNFR, conjuntamente con la Alianza Internacional de Pequeños Productores de Soja y de la Agricultura Familiar, invita a productores, técnicos y estudiantes, a participar de un curso sobre producción de semillas, que se realizará desde el 30 de noviembre al 2 de diciembre próximos.

A través del mismo, se pretende generar un ámbito de encuentro, formación y diálogo entre productores, técnicos e instituciones nacionales comprometidas con la Agricultura Familiar y el cuidado del medio ambiente.

El curso pretende inicialmente reflexionar con los productores y usuarios de semilla de soja, sobre la necesidad de recomponer un sistema de producción de semilla genéticamente no modificada, como parte del proceso que reinstale la producción de soja no transgénica como respuesta a la demanda del mercado internacional, al mismo tiempo de comprender el funcionamiento del actual monopolio sobre la producción y comercialización de semilla instalado por la multinacionales de la semilla y los agrotóxicos.

En segunda instancia, se espera discutir y socializar criterios técnicos de producción de semilla y al mismo tiempo socializar toda la normativa oficial referente al caso. 




jueves, 24 de noviembre de 2011

Boletin Nª2 - Alianza noviembre (PROBIOMA)

Boletin Nª2 Alianza noviembre

martes, 8 de noviembre de 2011

Soja avança sobre pastagens no leste de MT

Soja avança sobre pastagens no leste de MT
Valor Econômico

08/11/2011

Por: Tarso Veloso | De Primavera do Leste (MT)


A cada dez caminhões que cortavam as estradas de terra da região leste do Estado de Mato Grosso em 2006, dez transportavam gado. Hoje, apenas cinco anos mais tarde, oito carregam insumos agrícolas e dois são boiadeiros. O leste do Estado, a nova fronteira agrícola mato-grossense, era até pouco tempo atrás, uma área de pecuária. Essa tradição, porém, está mudando.

Lentamente, as pastagens, principal característica da porção oriental do Estado, começam a dar espaço às lavouras. Os produtores estão apostando no plantio em detrimento da pecuária extensiva. A mudança na paisagem começa a ficar mais visível agora, com várias propriedades plantando pela primeira vez nesta safra. Grandes extensões de terra ainda com cercas e currais, marcantes na pecuária, estão agora trabalhando com soja.

Os pioneiros, porém, reclamam das dificuldades de iniciar um trabalho em uma região que, até pouco tempo atrás, dedicava-se exclusivamente a outra atividade. Natural de Santo Cristo, na região noroeste do Rio Grande do Sul, Canisio Froelich, dono do grupo Nativa, juntamente com seu irmão Romeu, critica a falta de mão de obra e a alta rotatividade, mas não desanima na hora de avaliar o potencial da região.

"A mão de obra é ruim nessa nova fronteira. A tecnologia evolui sempre, mas as pessoas no campo, às vezes, não sabem operar. Quando eles aprendem vão embora. Mesmo com esse problema, a região tem muito potencial", afirma ele. O grupo Nativa planta 40 mil hectares em sete fazendas e conta com mais de 250 funcionários.

Empolgado com o crescimento da agricultura no leste do Estado, Froelich define a atual situação da região. "Em dez anos, essa nova fronteira agrícola será uma das melhores do Estado para se produzir", acredita Froelich, que está abrindo 12 mil hectares em uma propriedade nova.

Na fazenda Anderson, no município de Água Boa, o proprietário, Valmor Giacomolle, diz que devido à necessidade de renovar seu pasto este ano, optou por plantar soja. "Vamos testar o retorno financeiro. Se for bom vamos continuar de vez". A previsão do proprietário é concluir o plantio até 20 de novembro nos 450 hectares.

Situação semelhante vive o produtor Carlos Alberto Petter, de 41 anos, dos quais 34 em Mato Grosso. Ele crê na tendência de transformação de pastagens em lavoura e decidiu seguir a trilha. Somente na sua propriedade foram 200 hectares convertidos.

"Só aqui na minha fazenda vou plantar 1 mil hectares. Da antiga criação de gado, me sobram 100 cabeças. As lavouras estão aumentando bem por aqui, tem muito pasto degradado que virou agricultura", diz. A migração para a agricultura começou com a renovação do solo, muito desgastado pela criação de gado. A solução, de acordo com Petter, foi preparar a área para o plantio. A conversão custou cerca de R$ 1 mil por hectare.

Após o vazio sanitário, de junho a setembro, quando é proibido plantar para evitar a disseminação do fungo da ferrugem, os produtores de Mato Grosso já podem ligar as plantadeiras para semear uma soja superprecoce e depois acelerar a colheita para deixar o solo disponível para a safrinha. O clima no leste, por enquanto, está ajudando o agricultor. Em algumas áreas, o volume de chuvas ainda não é o ideal, mas o plantio segue normalmente.

A mudança no sistema produtivo da região é comemorada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). "Vimos a transformação de pastagem em agricultura e sabemos que esse incremento não vai parar por aqui e vai seguir nos próximos anos", diz o gerente técnico da entidade, Nery Ribas.

As visitas realizadas pela Aprosoja nas propriedades da nova fronteira agrícola, de acordo com Ribas, deixaram claras as melhorias na região. "Pudemos constatar a inovação tecnológica, a expansão de área de soja em área de pastagem, a transformação de uma realidade, pudemos ver as pequenas comunidades, nos pequenos municípios vislumbrando o progresso e desenvolvimento com a chegada da soja", afirma o especialista.

Na avaliação do gerente técnico, a região ainda enfrenta algumas dificuldades. "A logística é difícil em algumas regiões por causa de estradas em péssimo estado, aumentando custos e diminuindo rentabilidade", diz.

Nas questões ambientais, continua, "o que se viu foi o apoio dos produtores ao Código Florestal. O produtor tem interesse nessa segurança jurídica por várias questões, para buscar crédito, garantias, e poder produzir com tranquilidade. Outro anseio grande do produtor é na área de tecnologia, tanto na biotecnologia como nas cultivares, não só no potencial produtivo, mas sim naquelas resistentes a pragas, doenças e nematoides".

O aumento da área plantada já se reflete na expectativa de produção. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), ligado à federação da agricultura do Estado (Famato), estima uma área de 6,78 milhões de hectares plantados com soja nesta safra 2011/12, com estimativa de produção de 21,5 milhões de toneladas. Na temporada 2010/11, foram 6,41 milhões de hectares e 20,5 milhões de toneladas do grão. A safra de milho deve atingir 2 milhões de hectares plantados no atual ciclo, contra 1,7 milhão em 2010/11.

Mesmo com esse aumento de área plantada, ainda existem terras que podem ser convertidas de pasto para cultivo. De acordo com dados da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), há 25,7 milhões de hectares de área de pastagem no Estado, para um rebanho de 28,7 milhões de cabeças de gado. Outra fatia de 62% da área do Estado está ocupada com terras indígenas e Unidades de Conservação.

jueves, 3 de noviembre de 2011

MDS SELECAO PUBLICA SEMENTES FINAL

MDS Selecao Publica Sementes Final

martes, 1 de noviembre de 2011

96 a ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA - DISCURSO DE CIERRE - ERMES PEYRONEL, PRESIDENTE. TARARIRAS - 27 DE OCTUBRE DEL 2011

ALIANZA Do Cum en to 3

96 a ASAMBLEA GENERAL ORDINARIA 27 de octubre del 2011 Lista votada para renovación parcial del Consejo Directivo

ALIANZA Do Cum en to 2

Pocision Institucional con respecto al Proyecto del Impuesto a la Concentracion de Inmuebles Rurales

ALIANZA: Do Cum en to 1

Espacio de reflexión sobre: Concentración de la tierra, acuerdos de inversión y recursos fitogenéticos

Espacio de reflexión sobre: Concentración de la tierra, acuerdos de inversión y recursos fitogenéticos

En el marco de la política de alianzas estratégicas que el Consejo Directivo de CNFR ha definido para enfrentar esta coyuntura en la que estos temas vuelven a la mesa de debate nacional, la Mesa Ejecutiva, en acuerdo con Redes Amigos de la Tierra y la Red de Grupos de Mujeres Rurales del Uruguay, han resuelto organizar esta actividad.

Nuestro país sufre un proceso de profundos cambios generados principalmente por un modelo de producción industrializada de monocultivos orientados a la exportación, promovido principalmente por empresas transnacionales, y basado en la explotación intensiva de los recursos naturales para maximizar el beneficio generado. El avance de este modelo en los territorios del Cono Sur ha originado, entre otros, el acaparamiento de tierras, el debilitamiento de la capacidad de producción local de alimentos por la agricultura familiar, la destrucción ambiental y la migración de productores familiares.
El debate generado a partir de la propuesta del ICIR consideramos que constituye una buena oportunidad para aumentar la conciencia colectiva respecto a estos fenómenos, razón por la cual creemos necesario continuar generando espacios colectivos de reflexión y debate.
Este foro de dirigentes, tiene como objetivo reflexionar y profundizar el análisis sobre la problemática de la concentración y extranjerización de la tierra, la importancia de los recursos fitogenéticos y los impactos de los cultivos transgénicos y los efectos de los acuerdos de inversión que rigen en nuestro país. Asimismo, pretendemos que este espacio contribuya a avanzar en el diseño de estrategias colectivas tendientes a cuestionar este modelo y a promover la agricultura familiar y la soberanía alimentaria.

La Mesa Ejecutiva de CNFR recibió al Director Nacional de Ordenamiento Territorial


El pasado 30 de agosto la Mesa Ejecutiva recibió al Director de la DINOT, Ing. Agr. Manuel Chabalgoity, acompañado por el Ing. Agr. Alfredo Blum, con el objetivo de intercambiar opiniones sobre un tema tan trascendente como el Ordenamiento Territorial, que ha cobrado mayor vigencia últimamente, a partir de que la opinión pública accedió al acuerdo firmado por el Gobierno Nacional con la empresa Montes del Plata, que implica la posibilidad de que se destinen a forestación, regiones que actualmente se destinan a agricultura, lechería y ganadería.

El Ing. Chabalgoity señaló que la Ley 11.308 crea una Comisión Asesora de Ordenamiento Territorial, en la que le llama la atención que no ha participado el sector agropecuario, pero sí otras Cámaras a nivel urbano, lo que piensan corregir en futuras convocatorias. Con relación a las directrices nacionales señaló que constituyen el instrumento de política pública en la materia, con competencia del gobierno nacional, lo que antes no acontecía. Anteriormente, a nivel rural no existía ningún tipo de reglamentación y comienzan a surgir dificultades de incompatibilidad en actividades dentro del mismo sector productivo, como surge con el caso de la forestación que desplaza a otros sectores.

Nuestra Institución considera que generalmente se tiene en cuenta la potencialidad de la inversión a instalarse (forestación, minería, etc.) pero no así los efectos sobre los sectores eventualmente desplazados. Por otra parte, no parece adecuado que para concretar este tipo de acuerdos no se tenga en cuenta la opinión del Comité Nacional de Ordenamiento Territorial. A su vez, se consultó sobre las potestades que los Gobiernos Departamentales tienen en la materia.

La delegación de la DINOT señaló que se pretende elaborar un proyecto que planifique realmente y genere directrices para el desarrollo nacional en esta materia, a partir de lo que surge del Decreto Reglamentario en vigencia. Esto se hace tomando como base un documento elaborado en 2010 con acuerdo político de varios Ministerios.

Se plantea lograr mecanismos que lleguen a la implementación de usos de preferencia del territorio, así como articular la aptitud con la preferencia estratégica de los distintos rubros. Los gobiernos municipales tienen enormes competencias y responsabilidades en la definición de estos temas y la ley determina que los mismos tienen la obligación de categorizar los suelos de su departamento y de definir hasta dónde llega lo urbano y hasta dónde lo rural y a su vez la subcategorizaciones sobre lo que se puede hacer en cada territorio.

Hoy no existe legislación que prohíba expresamente forestar en algún lugar, salvo condicionantes de evaluación de impacto ambiental. Hay departamentos que tienen regulaciones específicas en la materia, en algunos casos como medida cautelar. Hay técnicos financiados por la DINOT trabajando en las Intendencias. En los basamentos de la COMAP para la evaluación de inversiones, no se tienen en cuenta para nada los aspectos vinculados al Ordenamiento Territorial.

Ante nueva consulta de integrantes de la Mesa Ejecutiva, el Director de DINOT señaló que es absolutamente razonable apelar a los contenidos de la Ley de Ordenamiento Territorial (art. 23), para exhortar a los gobiernos municipales a tomar medidas cautelares en la materia, tal cual lo hizo recientemente la Idcia. Mpal. de Cerro Largo.

A partir de esta instancia, la Mesa Ejecutiva resolvió dirigirse al Comité Nacional de Ordenamiento Territorial y a los Gobiernos Departamentales involucrados en el área comprendida en el acuerdo con Montes del Plata, a efectos de que asuman sus responsabilidades en tan delicado asunto.

PROYECTO ICIR

I) Integrantes de la Bancada del Partido Socialista visitaron a la Mesa Ejecutiva



El martes 27 de setiembre, la Mesa Ejecutiva recibió la visita de los Sres. Representantes Nacionales Gustavo Bernini y Yerú Pardiñas, acompañados por el Ing. Agr. Martín Buxedas y el Ec. Fernando Etchevers, que habían solicitado ser recibidos con el fin de escuchar la opinión de CNFR en relación al Proyecto del Impuesto a la Concentración de Inmuebles Rurales (ICIR) y otros temas vinculados al sector. Consideran importante la opinión institucional habida cuenta la alta representatividad de CNFR, a partir del importante número de entidades afiliadas ubicadas en todo el país, que a su vez nuclean a productores dedicados a los más diversos rubros productivos.

El Diputado Bernini hizo referencia al importante rol que nuestra Institución cumplió en su momento en la “Concertación para el Crecimiento” recordando que muchas de sus reuniones se realizaron en nuestra sede y en las que él participaba en su carácter de dirigente de AEBU. Agregó que la Bancada del P. Socialista tiene un grupo dedicado al agro que ha venido analizando estos temas, y en razón de ello solicitaron este intercambio con CNFR.

Integrantes de la Mesa Ejecutiva se expresaron sobre los antecedentes y la posición institucional con respecto a la Concentración y Extranjerización de la Tierra, y valoraron la iniciativa del ICIR como una buena oportunidad para que el tema se trate a nivel parlamentario y de la propia opinión pública. Agregaron que por encima de los resultados que este proyecto pueda tener o no en controlar la concentración, CNFR considera que el tema de fondo solo puede solucionarse mediante una legislación específica que ponga límites a la superficie de tenencia de la misma por parte de personas físicas o jurídicas. Se considera que se ha generado crecimiento pero no desarrollo y que la autorización a las Sociedades Anónimas con acciones al portador, ha facilitado el proceso de concentración y a la vez ha enmascarado la extranjerización. Los cuestionamientos que se hacen a la utilización del CONEAT en el proyecto del ICIR, constituyen una “excusa” para no aprobar el mismo, ya que los datos de DIEA permiten constatar que dicho índice tiene correlación con el precio de la tierra.

Ante planteo de la delegación visitante con referencia al proceso de concentración, la Mesa Ejecutiva señaló que independientemente de que no haya cifras concretas sobre el período en que el mismo se agudizó, es indiscutible que existe una gran concentración de la tierra, lo que se comprueba en el hecho de que solo un 2,5% de las empresas —que serían las que pagarían el ICIR—, tienen más del 35% de la tierra, y en el otro extremo el 40% de los productores de la franja inferior tienen tan solo el 2% de la misma.

Se enfatizó en que la posición institucional no es favorable al ICIR en sí, ya que se considera que no será solución al problema de concentración, pero sí está claro que esta iniciativa ha puesto el tema encima de la mesa de debate. Se confía en que el tratamiento del proyecto en el Parlamento Nacional, va a dar la oportunidad de que se legisle concretamente para limitar la superficie de tenencia de tierra por parte de personas físicas o jurídicas.

El Diputado Yerú Pardiñas opinó que el tema de la tierra ha estado presente a lo largo de la historia con este y otros gobiernos, y que si bien ahora ha tomado trascendencia a partir del planteo del Sr. Presidente de la República, el conjunto de la sociedad uruguaya no lo tiene asumido. Coincidió en que hay que encontrar mecanismos de redistribución de la riqueza y además consideró que esta medida impositiva no va a detener el proceso de concentración. Agregó que debe abrirse la discusión para generar una legislación que realmente limite la concentración de la tierra y que debe discutirse cómo se genera el desarrollo inclusivo de los pequeños productores.

El Diputado Bernini hizo referencia a la parte de la ley que alude a las modificaciones tributarias por enajenaciones de tierra, cuyos recursos van dirigidos al INC, y el Ing. Buxedas consultó si CNFR tiene una alternativa para el desarrollo productivo en base a empresas familiares, ya que le consta que la situación laboral en el medio rural se ha visto favorecida a partir de estas grandes inversiones.

Nuestros directivos señalaron sus dudas sobre el eventual efecto cascada que puede haber generado este proceso de concentración y que además hay rubros que generan un alto empleo por hectárea —como la lechería— que están sufriendo efectos devastadores como consecuencia de la competencia por la tierra. Se agregó que existen mecanismos para generar un desarrollo inclusivo, pero diferentes a que los que se están aplicando que son a corto plazo, sin continuidad y muy puntuales, por lo que pueden considerarse simbólicos.

CNFR viene planteando históricamente en su Propuesta de Políticas Diferenciadas para la Agricultura Familiar, aspectos globales que abarcan el acceso a la tierra, la investigación, la asistencia técnica, líneas de crédito adecuadas, inserción en la cadena agroindustrial y comercial, así como también los aspectos vinculados a las condiciones de vida en el medio rural (salud, vivienda, comunicaciones) y la igualdad de oportunidades de acceso a la educación. Para ello deben plantearse políticas a mediano y largo plazo.

Con respecto a la política de promoción de inversiones y las exoneraciones tributarias, ambas delegaciones coincidieron en que es un tema que hay que revisar, ya que se considera que hay grandes emprendimientos que ya han alcanzado un grado de desarrollo y una alta rentabilidad, que no se justifica sigan recibiendo el beneficio de esa renuncia fiscal, cuyo producto podría destinarse a fortalecer el INC y a financiar apoyos a la Producción Familiar.

Posteriormente se pasó a analizar el tema de la Ley 14.330 y algunos diferendos que tiene algunas entidades de base con la DGI, a partir de los cuales la delegación visitante ofreció el respaldo para las gestiones en curso.

II) La Mesa Ejecutiva fue convocada por la Comisión de Hacienda de la Cámara de Representantes

Una delegación de la Mesa Ejecutiva acompañada por el Coord. Ejecutivo, Ing. Agr. Gustavo Pardo, visitó el miércoles 12 a la Comisión de Hacienda de la Cámara de Representantes, para dar a conocer la posición institucional con referencia al Proyecto del ICIR.

Nuestra delegación entregó un documento expresando la opinión de CNFR y posteriormente dio respuesta a diversas consultas efectuadas por integrantes de los distintos sectores político partidarios presentes en la sesión.




CNFR presente en el II Seminario Internacional de Formación de Formadores para el Desarrollo Rural



A iniciativa del SCEAM–Universidad de la República y co-organizado por varias instituciones del quehacer rural, entre las que se encuentra la CNFR, se llevó a cabo entre el 13 y 15 de octubre pasado, el II Seminario Internacional de Formación de Formadores para el Desarrollo Rural.

La apertura del Seminario estuvo a cargo de representantes del INC, INIA, ANEP, destacándose la presencia del Sr. Ministro de Ganadería Agricultura y Pesca, Ing. Agr. Tabaré Aguerre y del Sr. Rector de la Universidad, Dr. Rodrigo Arocena. CNFR estuvo representada nuestra Segunda Vice Presidenta, Sra. Macarena Castro, quien presentó la visión institucional sobre el tema de formación de formadores.

Nuestra institución también estuvo presente a través de su Dpto. de Promoción y Desarrollo, presentando la experiencia de Formación de Jóvenes Rurales, que estuvo a cargo de la Lic. Patricia Rodríguez.

Luego de tres días de ponencias y discusión en talleres y plenarios, se elaboró un documento síntesis de lo surgido, que entre otras cosas resalta la contraposición de modelos existentes (Agronegocio Vs. Agricultura Familiar), planteando que el modelo de desarrollo imperante, genera procesos de concentración de la tierra y del capital, producción extractivista y dependiente, que no apunta a un desarrollo sustentable y de soberanía alimentaria. Considerando este marco, se señala la necesidad de articular esfuerzos con participación activa de las organizaciones sociales, para generar procesos formativos que favorezcan a su vez procesos colectivos que se sobrepongan a la actual diferenciación social que viene generando el modelo vigente.

La Comisión Organizadora del Seminario dará redacción final a las conclusiones del Seminario, que en breve estaremos difundiendo.

ASAMBLEA ANUAL DE CNFR

Con buena participación de entidades afiliadas, se llevó a cabo en Tarariras la 96ª Asamblea Anual Ordinaria



Contando con la invalorable colaboración de la SFR de Tarariras —a la que pertenece nuestro Presidente, Sr. Peyronel— que ofició de anfitriona, el jueves 27 de octubre se llevó a cabo nuestra 96ª Asamblea Anual Ordinaria que contó con la participación de delegaciones de medio centenar de entidades afiliadas de todo el país, autoridades nacionales y departamentales.

Se procedió a la renovación parcial del Consejo Directivo cumpliendo con las normas estatutarias

Mediante voto secreto tal cual lo establecen los estatutos, se llevó a cabo la votación de la lista presentada para la renovación de 10 Consejeros más sus respectivos suplentes y de los integrantes de la Comisión Fiscal. El resultado de la votación fue de 44 votos de las 44 delegaciones de entidades presentes, que se encontraban formalmente habilitadas para votar. Cabe acotar que en la Asamblea participaron algunas entidades más, pero en razón de que aún no han culminado sus trámites formales de Personería Jurídica, no estaban habilitadas para votar.

Con la nueva conformación, se ha logrado una sensible renovación del Consejo Directivo, a partir de la integración de un número muy importante de noveles dirigentes, procedentes de los más diversos rincones del medio rural. Se mantiene además la política de que los 48 cargos —titulares y suplentes del Consejo Directivo y de la Comisión Fiscal— están ocupados por delegados de 48 entidades diferentes, procedentes de todos los departamentos en los que nuestra Institución tiene entidades de base.


Participativo intercambio con autoridades del MGAP, INC y BPS



Luego de considerados el Acta, la Memoria y el Balance se procedió a una ampliación de informes de los delegados ante los distintos Institutos, que evacuaron consultas a los Asambleístas, y se pasaron a debatir los aspectos de mayor relevancia en el área gremial.

En medio de este debate, ingresaron a sala el Sr. Ministro y el Sr. Subsecretario de Ganadería, Agricultura y Pesca, Ings. Agrs. Tabaré Aguerre y Daniel Garín; el Sr. Presidente del Instituto Nacional de Colonización, Ing. Andrés Berterreche; la Sra. Directora del Banco de Previsión Social, Cra. Elvira Domínguez y su alterno Sr. Javier Verdino; el Sr. Director de DIGEGRA, Ing. Agr. Ricardo Aldabe; el Sr. Juan Carlos Planchón, en representación de la Intendencia de Colonia y de la Federación Rural del Uruguay; la Sra. Alcaldesa de Tarariras, Diana Olivera; el Sr. Director del Proyecto SNAP, Ing. Agr. Guillermo Scarlato; y otros representantes de Organismos e Institutos.

A partir de ello, se generó un espacio para planteos y preguntas de los delegados presentes, que recibieron respuestas del Sr. Ministro, de la Sra. Directora del BPS, del Sr. Presidente del INC, y del Sr. Director de DIGEGRA.

Finalmente, el Secretario de Estado realizó una vez más un especial reconocimiento a la representatividad de CNFR y al valor que le daba a este tipo de instancias de intercambio con su dirigencia, razón por la cual ha venido participando cada vez que ha sido convocado. Luego se refirió a los aspectos más importantes dirigidos al sector que su Cartera viene manejando.

Finalmente, el Sr. Presidente, Ermes Peyronel, efectuó el discurso de cierre de la Asamblea, en el que realizó un balance de la gestión de nuestra Institución en estos últimos años, hizo referencia a la posición institucional con respecto a la legislación para enfrentar la concentración de la tierra y a la articulación institucional en pro de un verdadero desarrollo rural inclusivo, e hizo un reclamo a las autoridades ministeriales por la falta de continuidad que han padecido los Proyectos y Programas dirigidos a la producción familiar.

Asimismo dio la bienvenida a los nuevos dirigentes de CNFR, exhortándolos a tomar con compromiso y entusiasmo la bandera de nuestra Institución, a la que calificó como herramienta imprescindible para la sobrevivencia de la Producción Familiar que hoy padece serias dificultades. Hizo también un reconocimiento especial a viejos dirigentes de CNFR, que a partir del proceso de renovación de autoridades, dejan el Consejo Directivo luego de prolongadas y destacadas trayectorias.


Homenaje a la SFR de Tarariras y al Sr. Ermes Peyronel, que deja la Presidencia luego de dos períodos de destacada gestión

En el cierre de la Asamblea, el Sr. Presidente de CNFR hizo entrega de una plaqueta conmemoratoria de la realización de nuestra 96ª Asamblea, al Sr. Presidente de la SFR de Tarariras, por el importante apoyo brindado para la organización de la misma.

El Sr. Presidente de la SFR, Carlos Martínez, agradeció el gesto y expresó su reconocimiento a nuestra Institución y el orgullo que constituía para la SFR de Tarariras el hecho de haber sido anfitriona de un acto en el que se comprobó un ejemplar ambiente de participación democrática y representativa.



A continuación, nuestro Tesorero Sr. Mario Buzzalino, se refirió con emotivas palabras a la persona del Sr. Peyronel, y le hizo entrega de un recordatorio en nombre de dirigentes y funcionarios de CNFR, como reconocimiento a su destacada gestión como Presidente de la Institución.

jueves, 25 de agosto de 2011

Centro de capacitación y huertos orgánicos (PROBIOMA-INBIOTEC)














RESOLUCIONES PRINCIPALES DE LA II ASAMBLEA DE LA ALIANZA INTERNACIONAL DE PEQUEÑOS PRODUCTORES DE SOYA Y AGRICULTURA FAMILIAR


RESOLUCIONES PRINCIPALES DE LA II ASAMBLEA DE LA ALIANZA INTERNACIONAL DE PEQUEÑOS PRODUCTORES DE SOYA Y AGRICULTURA FAMILIAR

En la ciudad de Asunción –Paraguay y entre los dias 25 y 26 de Mayo pasados, se llevó a cabo la II Asamblea de la Alianza Internacional de Pequeños Productores de Soya y Agricultura Familiar , la misma que contó con la presencia de sus socios pertenecientes a la Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay y Uruguay, así como organizaciones invitadas, como observadoras y autoridades del gobierno del Paraguay.

En este evento de mucha importancia, se presentaron en primera instancia experiencias relacionadas a la producción de semillas de soya No Transgénica por parte de las representaciones de Bolivia y Paraguay.   Asimismo,  se presentaron estudios é investigaciones referidas al impacto del monocultivo y los agronegocios en el Uruguay con sus fuertes secuelas en la extranjerización de la producción de soya que alcanza  casi el 40 %  de la tierra y la concentración de tierras, problemática que es común en Bolivia y Paraguay.

Asimismo, de parte de la delegación de la argentina se presentaron estudios acerca de la sostenibilidad ambiental de la producción del agronegocio y la generación de empleo comparada con la producción familiar.

De parte del Brasil, se presentó la experiencia del programa de compra de alimentos que realiza el gobierno brasileño en coordinación con las organizaciones de productores familiares y destinadas a cubrir el 30% de la demanda del mercado interno.

Por otra parte, los representantes del gobierno paraguayo presentaron las políticas públicas que se están aplicando en torno a la seguridad y soberanía alimentaria.  En este mismo tema , la delegación boliviana presentó lo que ocurre actualmente en Bolivia en torno a la seguridad y soberanía alimentaria y las contradicciones que tiene el gobierno boliviano entre el discurso y la realidad ya que en la actualidad, Bolivia importa el 68% de los alimentos que consume y ha elevado en mas del 300% el uso de agrotóxicos.

En el marco de este escenario, en base al plan estratégico aprobado por la Asamblea, y en base a la reflexión colectiva se tomaron las siguientes resoluciones:

1.- Impulsar la producción de soya nonGM en Argentina, Uruguay y Brasil. Para ello se  preparaá la gira de un especialista a cada uno de los países para llevar cabo este proceso con los pequeños productores interesados.

2.- Impulsar la capacitación en el uso del control biológico en la producción familiar y de la soya.

3.- Impulsar  parcelas demostrativas en Brasil , Paraguay y Uruguay, países que ya tienen productores organizados.

5.- Iniciar la elaboración de los catálogos de variedades de soya nonGM .

6.- Iniciar la elaboración de los catálogos de bioinsumos y tecnologías limpias, en todos los países pertenecientes a la Alianza. 
7.- Iniciar el proceso de formalizacion legal de la Alianza, la misma que debe ser legalizada en cualquiera de los paises, pertenecientes al bloque del MERCOSUR, posteriormente, se iniciará la formalización de una representación en Europa.

 Lo anterior refleja que la Alianza se ha fortalecido con el aporte activo de sus socios, aportando de manera concreta a la seguridad y soberanía alimentaria y con propuestas alternativas a los agronegocios , aplicando tecnologías limpias é incursionando en la producción de semillas no transgénicas y libres.